Este mês, em cima da mesa estão três tintos portugueses, um branco dos Verdes e um Porto. Este último singularmente branco.
Este mês, em cima da mesa estão três tintos portugueses, um branco dos Verdes e um Porto. Este último singularmente branco.
A Quinta do Paral é feita de mudanças. Da nobreza abastada ao empreendedorismo europeu foram dois passos que se prolongaram dois séculos. Mantiveram-se as gentes, a paisagem rural, os produtos e a tranquilidade.
Este primeiro mês do ano revela três brancos da região dos Vinhos Verdes diferentes entre si e dois durienses marcados pelo território.
Entre os milhares de referências, tipos de vinho, castas, origens, abordagens, preços, nacionalidades e outros atributos, uma seleção é sempre ingrata. Ficam as sugestões de alguns vinhos conotados com comemorações e celebrações. Dois champanhes e um espumante, três tintos, um branco e um Porto para acalentar o espírito
António Maçanita recriou o Enxarrama, “o mais apreciado de todos os vinhos de Évora”, como se dizia no século XIX. E a ambição é clara: bater-se de igual para igual com o melhor da região.
Em novembro preparam-se as videiras para as chuvas e para o novo ciclo que se inicia. As folhas caem e a planta entra em hibernação antes de se iniciar a fase da poda. Para muitos, o mês mais tranquilo nas vinhas.
A notícia caiu como uma bomba no mundo dos vinhos: o grande impulsionador e a cara da marca Soalheiro, Luís Cerdeira, decidiu sair da casa de família. Descobrimos que alugou uma quinta em Requião, Famalicão, à discreta família Manuel Gonçalves e que vai continuar a fazer o seu Alvarinho em Monção e Melgaço. “Génese” em Melgaço e “Almanua” em Famalicão.
Numa casa onde o sucesso é medido pelo Mateus Rosé e a qualidade pelo Barca Velha, não é fácil um vinho sobressair. Mas o Legado destaca-se, e de que maneira.