Este primeiro mês do ano revela três brancos da região dos Vinhos Verdes diferentes entre si e dois durienses marcados pelo território.
Este primeiro mês do ano revela três brancos da região dos Vinhos Verdes diferentes entre si e dois durienses marcados pelo território.
A notícia caiu como uma bomba no mundo dos vinhos: o grande impulsionador e a cara da marca Soalheiro, Luís Cerdeira, decidiu sair da casa de família. Descobrimos que alugou uma quinta em Requião, Famalicão, à discreta família Manuel Gonçalves e que vai continuar a fazer o seu Alvarinho em Monção e Melgaço. “Génese” em Melgaço e “Almanua” em Famalicão.
Ainda com o calor em perspetiva, os vinhos brancos e rosés continuam a estar no topo das preferências. Dos mais leves e frescos aos mais encorpados, ficam as propostas que passam por dois monovarietais Arinto de regiões distintas a Sul, dois rosés, um deles “versão francesa” e dois brancos, um de Monção e Melgaço e outro com o carimbo transmontano.
Vinhos para gostos muito ecléticos. Um vinho branco natural, ousado, com um rótulo artístico que o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) demorou a aprovar, quatro tintos de três regiões diferentes, mas um deles “pouco” tinto. Um branco clássico, mas com selo vegan de uma casa que dispensa apresentações.
Com as festas à porta, um copo de vinho para descontrair e relaxar. Dois clássicos do Douro, dois conventuais, mas de regiões distintas, uma proposta bem a norte e o lançamento de uma gama que marca a chegada dos novos donos. Para ir saboreando, com quietude.
Se todos já lavaram os cestos é sinal que a partir de agora há pelo menos um período com menos trabalho físico, mas igualmente desafiante com a enologia a ter que se mostrar. Os vinhos continuam a surpreender o mercado.