Entre a Serra do Mendro e as paisagens do Alqueva está uma pérola em bruto que se vai mostrando a quem aprecia verdadeiramente gastronomia alentejana, com referências de novas técnicas da cozinha contemporânea.
Entre a Serra do Mendro e as paisagens do Alqueva está uma pérola em bruto que se vai mostrando a quem aprecia verdadeiramente gastronomia alentejana, com referências de novas técnicas da cozinha contemporânea.
Entre 2 e 9 de fevereiro, o restaurante da chef portuense dedica uma variedade de cinco francesinhas, inspiradas na receita tradicional.
O hotel Senhora Rosa abriu há três anos, mas tem uma história longa. Começou como plantação de laranjas no século XVIII, foi uma estalagem, faliu e agora a nova geração conseguiu retomar a posse da propriedade. É, ao mesmo tempo, um refúgio no meio do verde, e uma casa de família.
O famoso bar de tertúlias, que atraía políticos, jornalistas e intelectuais, está de volta. Foi restaurado, mas ficou tudo como era. Nem os preços mudaram. Miguel Garcia, o novo proprietário, fez questão de guardar um menu antigo para poder fazer prova do que diz a algum cliente mais desconfiado.
Um receita que requer algum cuidado na sua preparação, mas que, se tudo correr bem, será a estrela de qualquer refeição. Esta é uma das muitas receitas presentes no livro "Pela Boca".
Nos dias 15, 16 e 17 de novembro, na Ilha de São Miguel, nos Açores, o evento kick-off promove o diálogo da comunidade e explora a identidade açoriana.
O Porto tem uma nova morada gastronómica, onde os pratos tradicionais recebem um toque mais sofisticado, por vezes até surpreendente. E, mesmo quando falham, nunca pecam por falta de generosidade.
É no Degust'AR, nas Avenidas Novas, em Lisboa, que o chef bejense exprime as suas raízes alentejanas através de pratos como sopa de cação ou ensopado de borrego, ambos pratos do Sul. Fomos provar uma seleção.