Há muito que o advogado português conjuga a intervenção pública com o lado profissional, normalmente nos grandes processos judiciais. Hoje alinha o trabalho com a sua paixão pela cozinha.
Há muito que o advogado português conjuga a intervenção pública com o lado profissional, normalmente nos grandes processos judiciais. Hoje alinha o trabalho com a sua paixão pela cozinha.
Passou por vários países, da Venezuela aos Estados Unidos, com passagens por Espanha, Itália e Brasil, para se estabelecer no seu Algarve-natal. Diogo Pereira é, desde 2016, chef no Senses, restaurante do Cascade Wellness Resort, em Lagos.
Não há outro Ferrari como o 166 Spyder Corsa de 1948. É o mais antigo na sua condição original e prepara-se para ir a leilão pela primeira vez em maio, em Villa d’Este, nas margens do Lago Como. Antes ainda, já no dia 8 de março, em Amelia Island, há um 250 GT California Spider, de 1959, que está a deixar os entusiastas loucos.
Estreia-se, dia 13 de março, nas salas de cinema, o mais recente filme do realizador. Será um alien? Será um caleidoscópio? "Os Infanticidas" estica as fronteiras da estrutura narrativa, faz dos não-espaços o lugar onde a vida acontece, “traça tangentes à infância”. É uma espécie de coming of age movie, mas também não é bem isso, porque é ainda mais. Distorcendo as sábias palavras de James Carville, “é o existencialismo, estúpido!”
Os anúncios publicitários dizem muito sobre a cultura de determinado sítio num dado momento, os usos e costumes, o Zeitgeist e – certamente – os hábitos de consumo. Há muitas formas de contar a história do mundo – esta é uma delas.
Máquinas fotográficas com cunho artístico, um telefone inusitado e uma caixa anti germes. Uma maneira de evitar o barulho e um robot “pet friendly”.
Num setor em que a exclusividade e a tradição são tão valiosas quanto a inovação, a Hermès mantém-se firme e fiel à sua essência. Com um crescimento notável e um compromisso inabalável com a excelência artesanal, a maison francesa continua a elevar os padrões do mercado.
Conheça a história do supercarro dos anos 70 que viveu uma vida de clausura. O dono comprou-o mais para o adorar do que para o conduzir porque, durante quase 50 anos, o pobre veículo mal viu a luz do dia. Até que o dono morreu e um negociante de carros antigos o "libertou".