Nesta época festiva, a seleção de bebidas à mesa faz toda a diferença. Entre tintos, brancos, espumantes, champanhes, Portos e até aguardentes e whiskies, descubra as opções que prometem tornar as suas celebrações memoráveis.
Nesta época festiva, a seleção de bebidas à mesa faz toda a diferença. Entre tintos, brancos, espumantes, champanhes, Portos e até aguardentes e whiskies, descubra as opções que prometem tornar as suas celebrações memoráveis.
Em dezembro há quem comece a poda em muitas vinhas já despidas das suas folhas. As plantas continuam em dormência e não deixa de ser um mês de acalmia no que diz respeito à viticultura.
Neste mês ultimam-se os tratamentos e redobra-se a atenção ao clima. A falta de água interrompe o crescimento, mas as videiras podem concentrar a sua energia na uva se houver equilíbrio.
Um mês com pouco trabalho na vinha, mas já com os olhos postos na poda que se aproxima. Para conferir, dois tintos de zonas nobres, um, branco de uma casta mal-amada e um novo fortificado, mas com tradição.
A um dia de entrar em outubro, faz sentido celebrar o mês onde grande parte dos vinhos já foram vinificados com um espumante, neste caso, um blend rosé. Da mesma região demarcada dos verdes, um tinto, dois alentejanos e um do Tejo, também tintos, e uma edição rara de vinho do Porto velho.
Rosés há muitos, como diria o ator, mas estes cinco magníficos trazem tradição, inovação e muito prazer aos dias quentes da estação.
Quando o Sol atinge a sua posição mais alta no céu, no maior dia do ano, 21 deste mês, também se comemora o dia europeu da música. Razões mais do que suficientes para brindar com dois verdes brancos ou dois tintos do Alentejo e Douro. Ainda no Douro, um branco biológico e um moscatel vegan.
As marcas do Pico, nos Açores, têm vindo a distinguir-se no panorama dos vinhos portugueses, mas agora também se juntam as uvas do Faial. Frescos e gastronómicos, um verde tinto, um tinto de Trás-os-Montes, dois brancos e um rosé alentejanos. Para acolher a primavera.