O músico lançou recentemente 2000 A.D., um álbum de originais que é um convite a uma reflexão demorada sobre o presente, olhando para o sítio onde chegámos e para as possibilidades que não se concretizaram. E agora, para onde vamos?
O músico lançou recentemente 2000 A.D., um álbum de originais que é um convite a uma reflexão demorada sobre o presente, olhando para o sítio onde chegámos e para as possibilidades que não se concretizaram. E agora, para onde vamos?
O mítico músico, engenheiro de som e produtor, que gravou bandas como os Nirvana e os Pixies, entre muitos outros, morreu recentemente. No currículo, deixa trabalhos que marcaram gerações. E uma carta muito especial.
Depois do sucesso do primeiro registo homónimo, materializado essencialmente ao vivo, o quarteto regressou em janeiro com 'Sulitânea Beat', um álbum no qual alargaram ainda mais o vasto território onde a sua música sem fronteiras se movimenta. Agora é tempo de voltar ao palco, “o habitat natural” da banda, como o baterista João Doce reconhece nesta entrevista.
Os primeiros meses do ano trazem-nos muita boa música por onde escolher. Volume up – estes são os lançamentos mais aguardados dos próximos tempos.
O músico e cantor apresenta-se em Lisboa a 21 de abril, no Campo Pequeno, para celebrar ao vivo uma década de carreira a solo, com um concerto cheio de convidados que servirá também de apresentação ao recém-editado sexto álbum de originais, Cha Lá Lá.
Considerados uma das mais inventivas bandas da denominada música alternativa, os dinamarqueses Efterklang estão de volta com o novo disco Windflowers, um trabalho resultante da reclusão do grupo “numa quinta no meio de nada”, onde, em plena pandemia, redescobriram o simples prazer de estarem juntos, como refere o vocalista nesta entrevista
O músico brasileiro Rodrigo Amarante está de regresso com Drama, um álbum editado esta sexta, 1 e com apresentação ao vivo em Portugal marcada para abril do próximo ano, sobre o qual falou nesta entrevista à MUST. Uma conversa que depressa resvalou para assuntos como política, fé ou sentimentos, porque “a música não é indissociável da vida” – como depressa se percebe ao ouvirmos estas canções.
Da solidão à vida de eremita, os temas que percorrem Hermitage, o último álbum dos Moonspell, podiam ter sido criados a pensar no tempo presente. Fernando Ribeiro, vocalista da banda portuguesa, garante que não foi assim, mas antes uma “infeliz” coincidência.