Máquinas fotográficas com cunho artístico, um telefone inusitado e uma caixa anti germes. Uma maneira de evitar o barulho e um robot “pet friendly”.
Máquinas fotográficas com cunho artístico, um telefone inusitado e uma caixa anti germes. Uma maneira de evitar o barulho e um robot “pet friendly”.
Este pequeno emirado do Golfo Pérsico atrai visitantes pelas suas praias em exuberantes ilhas artificiais e pelos seus colossos de arquitetura moderna. O que significa que afasta quem prefere destinos mais históricos e culturais, mais isso é um erro. Fomos conhecer o lado B do Dubai.
O verão é a altura do ano em que mais de abandonam animais. Se tiver um estilo de vida que lhe permita ter um animal, agora é uma excelente altura para adotar. Até porque, mais do que a companhia e da animação, a ciência mostra que ter uma animal de estimação é benéfico para a saúde.
Não é todos os dias que uma marca portuguesa – ainda mais uma que, este ano, faz 200 anos – salta para a ribalta de um filme de Hollywood. O que é certo é que ator, o bem-apessoado vilão de Argylle, passa metade do filme com um copo da marca portuguesa na mão.
Uma peça importante da história do design do século XX é agora recriada numa edição limitada e exclusiva a 500 exemplares. À venda online, a partir de 14 de junho.
Tendo como ponto de partida “a maior festa do mundo” dada pelo Xá da Pérsia, em 1971, recordamos as que foram oferecidas por grands seigneurs nos anos 60 e 70, nesta época em que se festeja a passagem do ano. Ao refinamento de antes sobrepôs-se a riqueza, ao chique o novo-riquismo, à imaginação o trivial, à exclusividade a mundanidade e ao bom gosto a quase vulgaridade. As verdadeiras grandes festas esfumaram-se. Mas não na nossa memória.
De luvas a peças de arte, incluíndo utensílios da sua gata Choupette, os objetos que pertenceram ao designer de moda prometem surpreender até aqueles que bem conheciam os seus excêntricos gostos.
Chega à Cordoaria Nacional a maior exposição na Europa do artista e ativista chinês Ai Weiwei. Dissidente, sem pudores, fala sobre a censura, sobre o negócio em que os festivais de cinema se tornaram, sobre a importância dos artistas, e sobre a sua nova vida no Alentejo.