Entre 29 de janeiro e 1 de fevereiro, o Square 2025 transforma Braga e cidades vizinhas numa celebração vibrante de música e diálogo cultural. Artistas, pensadores e público encontram-se num festival que une tradições e inovação à escala atlântica.
Entre 29 de janeiro e 1 de fevereiro, o Square 2025 transforma Braga e cidades vizinhas numa celebração vibrante de música e diálogo cultural. Artistas, pensadores e público encontram-se num festival que une tradições e inovação à escala atlântica.
Com alguns dos mais famosos chefes nacionais e internacionais e artistas como os GNR, Matias Damásio e Mallu Magalhães, este evento festeja os sabores que vêm do mar e as relações que foram forjadas atravessando-o. Vai decorrer na Doca da Marinha, em Lisboa, entre 3 e 6 de outubro.
O LAB de Arola, no Penha Longa, tem uma nova carta que percorre o país gastronómico. De norte a sul, a volta a Portugal mais saborosa que já provámos.
Depois do sucesso do primeiro registo homónimo, materializado essencialmente ao vivo, o quarteto regressou em janeiro com 'Sulitânea Beat', um álbum no qual alargaram ainda mais o vasto território onde a sua música sem fronteiras se movimenta. Agora é tempo de voltar ao palco, “o habitat natural” da banda, como o baterista João Doce reconhece nesta entrevista.
É um festival de música? Uma convenção para profissionais do sector? Um espaço de partilha para artista nacionais e internacionais? Um núcleo de formação para quem está a começar a sua carreira na música? O MIL é isso e muito mais. Decorre no Cais do Sodré, nos próximos dias 27, 28 e 29.
O festival cultural, que acontece em Évora, recebe nomes como Celina da Piedade, Duarte, Mallu Magalhães, Nancy Vieira, Oumou Sangare e Pedro Mafama.
Da ilha onde Spielberg filmou "Tubarão" a um destino improvável no Golfo Pérsico, passando por Cabo Verde, estes destinos ainda estão longe da mira dos turistas.
É já no sábado que o artista algarvio de origem cabo-verdiana se vai estrear em nome próprio no palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa. O espetáculo terá como base o último álbum Badiu, que nesta entrevista à Must classifica como o seu trabalho “mais honesto e pessoal”.