António Costa Boal lançou os seus primeiros vinhos alentejanos, depois de anos a produzir em Trás-os-Montes e no Douro. Mas o crescimento não é um assunto encerrado.
António Costa Boal lançou os seus primeiros vinhos alentejanos, depois de anos a produzir em Trás-os-Montes e no Douro. Mas o crescimento não é um assunto encerrado.
De norte a sul do país, ilhas incluídas, há uma panóplia de opções estimulantes ou tranquilas, no campo ou na cidade, no mar ou na montanha, para a longa noite de passagem de ano. As propostas à escolha do freguês.
No mês mais curto do ano, tradicionalmente a altura onde se fazem os enxertos, é tempo de continuar a fertilizar a terra e reparar os esteios e arames na vinha.
Um mês com pouco trabalho na vinha, mas já com os olhos postos na poda que se aproxima. Para conferir, dois tintos de zonas nobres, um, branco de uma casta mal-amada e um novo fortificado, mas com tradição.
Da Herdade da Malhadinha Nova, bem lá no sul do Alentejo, a família Soares foi explorar uma velha quinta no topo da Serra de São Mamede, em Portalegre, e o resultado caminha para o soberbo.
A CEO responsável pela Herdade da Malhadinha Nova, Rita Andrade Soares, é quem costuma dar a cara pela propriedade no Alentejo, mas o sucesso também passa pelo marido João Soares.
Chegou a hora da vinha descansar depois de meses a produzir. Em destaque, dois brancos com propósitos diferentes nas suas quintas, um tinto que é uma nova aposta e um rosé arrebatado às vinhas velhas durienses.
O hotel de luxo procura ocupar o outuno com experiências que vão desde a visita à produção do azeite e mel ao vinho especial do Barrocal.