Controversa na medida certa, a tonalidade mais doce da paleta cromática quebra ideias pré-concebidas ao pintar todas as peças, e vestir todos os estilos, com máxima atitude. Em look total, ou em apontamentos, a liberdade é tendência.
Controversa na medida certa, a tonalidade mais doce da paleta cromática quebra ideias pré-concebidas ao pintar todas as peças, e vestir todos os estilos, com máxima atitude. Em look total, ou em apontamentos, a liberdade é tendência.
Foi uma vida dedicada ao vinho, da qual se reforma com uma trilogia muito especial e um nome algo estranho Quadraginta – em latim, significa 40, representando as outras tantas vindimas em que participou. Domingos Soares Franco faz aqui uma despedida em grande, como sempre sonhou.
A cultura contemporânea é moldada por colaborações inesperadas, em que diferentes universos se cruzam. Hoje, marcas como Louis Vuitton, Dior e Gucci, aliam-se a clubes, federações e atletas. O que antes vivia separado, agora mistura-se, influenciando comportamentos, mercados e identidades.
Quanta Terra Quanta Arte é a nova exposição que leva ao planalto de Alijó os nomes de Vhils, HelioBray e Paulo Neves. Vai estar patente até ao final do ano e cada visita inclui uma prova de vinhos. E como são bons esses vinhos…
O restaurante Austa convida para um passeio dinâmico de caça ao cogumelos todos aqueles que gostam de unir a gastronomia a uma boa aventura. Depois da caçada há um bem merecido almoço no campo, preparado pelo chef David Barata. A atividade decorre no próximo dia 29 de março.
The Chocolate by Penha Longa é a nova loja de chocolates, com chocolates artesanais de marca própria, inaugurada, como o nome indica, pelo Penha Longa Resort e localizada nas instalações do hotel.
Um speakeasy que celebra o glamour dos anos 1920 é a mais recente aposta do Le Monumental Palace, um hotel de cinco estrelas na Avenida dos Aliados. Entre cocktails de autor e clássicos revisitados com um toque moderno, há muito para provar.
Conheça a história do supercarro dos anos 70 que viveu uma vida de clausura. O dono comprou-o mais para o adorar do que para o conduzir porque, durante quase 50 anos, o pobre veículo mal viu a luz do dia. Até que o dono morreu e um negociante de carros antigos o "libertou".