António Costa Boal lançou os seus primeiros vinhos alentejanos, depois de anos a produzir em Trás-os-Montes e no Douro. Mas o crescimento não é um assunto encerrado.
António Costa Boal lançou os seus primeiros vinhos alentejanos, depois de anos a produzir em Trás-os-Montes e no Douro. Mas o crescimento não é um assunto encerrado.
A cultura contemporânea é moldada por colaborações inesperadas, em que diferentes universos se cruzam. Hoje, marcas como Louis Vuitton, Dior e Gucci, aliam-se a clubes, federações e atletas. O que antes vivia separado, agora mistura-se, influenciando comportamentos, mercados e identidades.
No próximo dia 3 de maio, abrem-se as portas das quintas e adegas dos Baga Friends para assinalar o Dia Internacional da casta mais emblemática da região. As comemorações incluem provas vínicas, gastronomia regional e, no fim, um arraial. Tudo em torno da Baga.
Este mês, em cima da mesa estão dois tintos com selo DOC, um branco clássico e um espumante tinto da mesma região. Das vinhas velhas do Douro, um branco que demorou a encontrar.
No final dos anos 80, o norueguês Ole Martin Siem tomou-se de amores pela paisagem do sudoeste alentejano, onde fixou os seus projetos de agricultura. Hoje, desenvolve uma marca de vinhos muito particular (Vicentino) e ainda um turismo de habitação que convida à tranquilidade.
Foi uma vida dedicada ao vinho, da qual se reforma com uma trilogia muito especial e um nome algo estranho Quadraginta – em latim, significa 40, representando as outras tantas vindimas em que participou. Domingos Soares Franco faz aqui uma despedida em grande, como sempre sonhou.
Quanta Terra Quanta Arte é a nova exposição que leva ao planalto de Alijó os nomes de Vhils, HelioBray e Paulo Neves. Vai estar patente até ao final do ano e cada visita inclui uma prova de vinhos. E como são bons esses vinhos…
A Real Companhia Velha apresentou as últimas novidades da Quinta das Carvalhas – o Vinhas Velhas, o Reserva, a Vinha do Eirol, o Tinta Francisca e um Branco – mas também deu a provar algumas preciosidades “de parcela” que nunca viram a luz do dia. A ver se é desta…