Quanta Terra Quanta Arte é a nova exposição que leva ao planalto de Alijó os nomes de Vhils, HelioBray e Paulo Neves. Vai estar patente até ao final do ano e cada visita inclui uma prova de vinhos. E como são bons esses vinhos…
Quanta Terra Quanta Arte é a nova exposição que leva ao planalto de Alijó os nomes de Vhils, HelioBray e Paulo Neves. Vai estar patente até ao final do ano e cada visita inclui uma prova de vinhos. E como são bons esses vinhos…
Entre os milhares de referências, tipos de vinho, castas, origens, abordagens, preços, nacionalidades e outros atributos, uma seleção é sempre ingrata. Ficam as sugestões de alguns vinhos conotados com comemorações e celebrações. Dois champanhes e um espumante, três tintos, um branco e um Porto para acalentar o espírito
Há muitas grandes quintas com hotéis no Douro, mas em Ventozelo sempre nos receberam com o prazer de quem recebe os amigos, e um copo de vinho na mão. E celebram dez anos de olhos postos em São Salvador da Torre, um novo projeto nos Vinhos Verdes.
No final de Maio, ainda na Primavera, começam a formar-se os bagos. Nesta altura a “monda” – cortar cachos de uvas para fortalecer os restantes – é uma opção, sobretudo para as castas mais produtivas.
Neste mês podam-se as videiras, de todas as operações vitícolas, a que exige maior cuidado, transfegam-se os vinhos e começa a enxertia. Ainda nos tintos e um colheita tardia que aquece a alma.
Setembro ainda é o mês das vindimas. Por exemplo, na região dos vinhos verdes, a colheita estende-se até ao final do mês e, por vezes, até outubro. Em destaque, um verde, um duriense tradicional, um tinto de altitude e um branco de vinhas velhas.
São os únicos que precisa de ter na garrafeira. Topos de gama para acompanhar todas as refeições, durante todo o ano.
Em junho trata-se a vinha e, mesmo com o tempo que não ajuda, já se vislumbram os primeiros cachos. Um tinto que representa uma das três estações do Douro, um Pinot e um Moscatel do planalto de Alijó e a tradição de brancos e tintos juntos numa garrafa.