Depois da Cervejaria Sem Vergonha, o grupo Attifood abriu agora o restaurante Duro. Neste mais novo promete-se uma viagem aos clássicos lisboetas dos anos 50, com uma dose generosa de modernidade.
Depois da Cervejaria Sem Vergonha, o grupo Attifood abriu agora o restaurante Duro. Neste mais novo promete-se uma viagem aos clássicos lisboetas dos anos 50, com uma dose generosa de modernidade.
“Dança Primeiro, Pensa Depois” retrata a vida do dramaturgo irlandês, prémio Nobel da Literatura – para mal dos seus pecados –, membro da Resistência Francesa, “bon vivant” da cena parisiense, marido infiel e tantas outras coisas. Chega aos cinemas a 4 de janeiro.
De 30 junho a 2 de julho, o hotel proporciona um fim de semana dedicado ao bon vivant com um jantar assinado pelos célebres chefs Joachim Koerper e Benoît Sinthon.
Tendo como ponto de partida “a maior festa do mundo” dada pelo Xá da Pérsia, em 1971, recordamos as que foram oferecidas por grands seigneurs nos anos 60 e 70, nesta época em que se festeja a passagem do ano. Ao refinamento de antes sobrepôs-se a riqueza, ao chique o novo-riquismo, à imaginação o trivial, à exclusividade a mundanidade e ao bom gosto a quase vulgaridade. As verdadeiras grandes festas esfumaram-se. Mas não na nossa memória.
A Bon Vivant acaba de lançar uma t-shirt bordada com a frase “Estou a recibos verdes”.
Para os homens, é roxo. Para as mulheres, também. Mas pode ainda ser lilás, magenta, lavanda, beringela… Este é apenas um exemplo subtil de como algo aparentemente simples pode ser entendido de formas diferentes – e dar azo a discussão. Voámos de Vénus a Marte para saber o que é que eles não conseguem perceber sobre elas. E, pelo caminho, ficámos com vontade de sussurrar: “You know nothing, Jon Snow.”