Nas mesmas ruas onde há mais de 40 anos, no auge da Revolução Islâmica, se gritava “independência, liberdade e Islão”, ouve-se por estes dias um novo lema, que à “liberdade” junta agora as palavras “mulher e vida”. Por Martins Freitas no Irão.
Nas mesmas ruas onde há mais de 40 anos, no auge da Revolução Islâmica, se gritava “independência, liberdade e Islão”, ouve-se por estes dias um novo lema, que à “liberdade” junta agora as palavras “mulher e vida”. Por Martins Freitas no Irão.
Na última semana do mês, o lançamento de um vinho do Dão que faz corar de vergonha os “reserva” que vão saindo todos os anos. Um transmontano com um posicionamento acima do comum, dois brancos do Alentejo e Douro, um tinto de Mértola e um espumante dos verdes.
Nina Gruntkowski está casada com o chá Camélia e com Dirk Niepoort. Mas além das duas referências também cabem Moçambique, tribos do deserto, Colónia, estações meteorológicas, Moerfelden-Walldor, Namíbia, Capoeira, Frankfurt, radialistas de Trás-os-Montes, música africana em Lisboa, curandeiros, Porto, protestos contra o nuclear, jornalismo e a queda do muro de Berlim. O caminho é singular e Nina serviu de guia.