É, no mínimo, estranho que numa república, num país sem trono, se dê tanta atenção e tanta importância a um casamento por ele ser supostamente real. Os plebeus, contudo, não parecem ter ficado impressionados.
É, no mínimo, estranho que numa república, num país sem trono, se dê tanta atenção e tanta importância a um casamento por ele ser supostamente real. Os plebeus, contudo, não parecem ter ficado impressionados.
O exemplo, como em tantos outros temas, vem de fora, chega-nos de Paris. Desde 1 de setembro, são proibidas as trotinetes elétricas de aluguer e de partilha na capital francesa. Na base da decisão estão as preocupações com a insegurança e com a partilha do espaço público. Por cá, aguardamos serenamente que tudo corra bem.
Não será o destino mais óbvio para umas férias de verão, mas nem por isso deixa de ser surpreendente. À falta de mar e de praia, os suíços mergulham nos rios e nos lagos, aproveitam a frescura das fontes e a energia das cidades, e assim reinventam um país que, de aborrecido, não tem nada.