Controversa na medida certa, a tonalidade mais doce da paleta cromática quebra ideias pré-concebidas ao pintar todas as peças, e vestir todos os estilos, com máxima atitude. Em look total, ou em apontamentos, a liberdade é tendência.
Controversa na medida certa, a tonalidade mais doce da paleta cromática quebra ideias pré-concebidas ao pintar todas as peças, e vestir todos os estilos, com máxima atitude. Em look total, ou em apontamentos, a liberdade é tendência.
Mais do que tendência, mente sã, corpo são, é uma máxima que nunca sai de moda. Com cada vez mais adeptos, reforça o autocuidado e prioriza o conforto. Na prática desportiva ou na inspiração quotidiana, o foco está na determinação e, claro está, na atitude.
De um talento indiscutível, Paul Mescal distingue-se também ao elevar o estilo a outro patamar. Em cerimónias e/ou no quotidiano, mais formal ou sofisticado, comprova-se que a atitude e descontração fazem a sua apresentação na perfeição.
A nova marca portuguesa procura ser uma celebração do equilíbrio entre o movimento e a pausa, entre a agitação e o conforto. Afinal, viver bem não é apenas uma questão de escolha, mas de atitude.
É unânime: o casaco, em todos os estilos e versões, volta a ser eleito como a peça estrela da estação. Abraça, protege e cria visuais que inspiram e impactam. A oferta é ilimitada, assim como promete ser a dúvida na escolha.
Com esta coleção, a marca não só presta homenagem a uma das bandas mais influentes de uma geração, como também reafirma a sua posição como um farol da cultura moderna, sempre em sintonia com as paixões e nostalgias que continuam a inspirar milhões em todo o mundo.
Apesar de ser a face mais visível da restauração, o cargo não tem o glamour dos chefs de cozinha. Ricardo Silva do Feitoria, João Marujo, do Loco, ambos em Lisboa, Paulo Cambundo, do Hilton Garden Inn em Évora, Pedro Silva, do Le Monument e Pedro Marques, do Restaurante Gastronómico do The Yeatman Hotel, ambos no Porto, e ainda Julieta Carrizzo, do Sult, em Cascais, respondem.
Aquela palavra de que ninguém gosta anda de novo nas bocas do mundo: crise. Nas bocas e nas barrigas, porque esta não é uma qualquer, é a crise da restauração. E o encerramento de dois eminentes restaurantes de Lisboa deu origem a um debate tão interessante quanto urgente. Conversa com Leopoldo Calhau, Vítor Adão e Hugo Brito.